Bancos RDS ociosos
Um banco com CPU perto de zero custa igual a um banco em produção — e bancos são os recursos mais caros por hora de uma conta típica.
O que é esse problema
O RDS cobra pela classe da instância de forma contínua, e bancos estão entre os itens mais caros por hora de uma conta AWS. Um banco ocioso não é uma linha pequena: é frequentemente o maior item isolado de um relatório de desperdício.
Bancos ociosos aparecem onde o ciclo de vida do ambiente e o do banco se descolaram. O ambiente de homologação que foi substituído mas cujo banco continuou; a réplica criada para uma migração que terminou; o banco de um serviço desativado, mantido "até ter certeza" de que ninguém mais consulta. Como o banco continua aceitando conexões e aparecendo saudável, nada sinaliza que ele está sobrando.
A saída depende de o dado ainda importar. Se importa, um snapshot final preserva tudo por uma fração do preço da instância, e o banco pode ser recriado a partir dele se alguém precisar. Se não importa, encerrar resolve. O que raramente se justifica é manter um banco ligado, ocioso, por precaução indefinida.
Como detectamos
Listamos as instâncias de banco com DescribeDBInstances e lemos a utilização média de CPU que o RDS publica no CloudWatch, com GetMetricStatistics, ao longo de uma janela de várias semanas.
- Bancos RDS ociosos
Quanto custa
Uma db.t3.medium custa cerca de US$50 por mês, uma db.m5.large cerca de US$125, uma db.r5.large cerca de US$170 (us-east-1, instância única, sob demanda). Um snapshot do mesmo dado custa uma fração disso.
Preços de tabela pública da AWS, região us-east-1, sujeitos a alteração. O valor que o relatório mostra é calculado sobre os seus recursos e a sua região.
Como aparece no relatório
Exemplo ilustrativo, com recursos e valores fictícios. No relatório, cada achado vem com o recurso real, a região e o comando de correção quando existe um seguro.
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